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Stop Motion Western Spaghetti

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Estava navegando no you tube procurando por Stop Motions que é a técnica de animação na qual o animador trabalha fotografando objetos quadro a quadro.

Acho lindos os stop motions. Encontrei este e não resisti em postar aqui.

Veja que lindo.



Foto por Getty Images





Para completar o conteúdo veja este Link
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Casa na Pedra

2 Palavras Amigas

Veja que casa mais legal. Esta casa fica na Suíça e foi feita no subterrâneo.
Clique na imagem para ir ao link onde tem mais fotos.




Vi esta casa via Twitter
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I Love Queen

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Aprendi a gostar da Banda Queen por volta dos 11 anos de idade por influência de meus tios que já escutavam há tempos.
Desde então considero a banda uma das melhores bandas de rock de todos os tempos.
Adoro ouvir as músicas de Freddie Mercury, Brian May: Guitarras, Roger Taylor e John Deacon.

Navegando na internet no blog do Cidão encontrei o título: Os Muppets Cantam Bohemian Rhapsody que me chamou a atenção porque também sempre fui fã dos Muppets. Lá ele indicava um post de O Fim da Várzea.

Claro que fui ver o que era...

Chamei meu marido para assistir comigo e o resultado não foi outro melhor do que ótimas gargalhadas com este vídeo que você poderá ver aqui e agora:

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Quem não tem Colírio usa Óculos Escuros e Quem não tem Orelhas...

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Edu, que não tinha orelhas (o que lhe causava um horrível complexo), era dono de uma empresa e precisava contratar um novo gerente. Selecionou três currículos e marcou as entrevistas.
O primeiro cara era ótimo. Conhecia tudo que precisava e era muito interessado. Ao final da entrevista Edu lhe perguntou:
- Você percebeu alguma coisa diferente em mim?
E o cara respondeu de imediato:
- Sim, não pude evitar de reparar que o Sr. não tem orelhas.
Edu não gostou daquela franqueza e mandou-o embora. O segundo entrevistado era uma mulher, e era bem melhor que o primeiro cara. Ao final, entusiasmado, Edu fez a pergunta fatal:
- Você percebeu alguma coisa diferente em mim?
E ela:
- Bem, você não tem orelhas.
Novamente Edu se zangou e mandou-a embora. O terceiro e último entrevistado também era muito bom. Jovem, inteligente, boa pinta, parecendo ser melhor homem de negócios que os dois primeiros juntos. Edu estava tão ansioso, que foi logo fazendo a pergunta de sempre:
- Você percebeu alguma coisa diferente em mim?
E para sua surpresa, o jovem respondeu:
- Sim, você usa lentes de contato.
Edu ficou chocado e disse:
- Que observador incrível você é! Como é possível você saber disso?
E o cara caiu da cadeira gargalhando histericamente:
- kkkkkkkkkkkkkk, porque é impossível usar óculos sem a porra das orelhas! kkkkkkk

Ótima...

Vi esta no Copia meu Filho
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Reflexão de uma Nova Autora.

1 Palavra Amiga


Hoje, revendo a realização de um grande desejo - editar meu livro - penso que talvez tenha nascido no país errado. Não apenas eu, mas todos aqueles que sonham em se aventurar no mundo das letras.


Esses não poderiam morar em um país onde a grande maioria da população é formada por analfabetos literários. Ou seria o contrário? Talvez, por isso mesmo, é que aqueles que pensam em melhorar a cultura de nosso povo devam insistir bravamente na árdua tarefa de criar literatura. Seria mesmo esse o caso?


Para se tornar um escritor será necessário ler muito, ler de tudo um pouco. E, ler foi sempre minha maior paixão. Com 10 anos de idade li o velho testamento; achei as histórias bíblicas fascinantes. Daí não parei mais. Histórias passaram a ser quase um vício, às vezes, uma fuga. Quando não gostava de uma história eu a reescrevia. Era um ótimo exercício. Esse  processo de criar personagens, dar a eles características físicas e psicológicas e deixá-los caminhar pela história, construindo seus próprios destinos, era algo que mexia com minha imaginação. Sempre achei fascinantes os escritores que tinham a coragem de transbordar, expor seus pensamentos, compartilhar conhecimentos, experiências e sentimentos. Desde muito cedo tentava imitá-los e com o passar do tempo, escrever para mim, passou a ser uma coisa natural.


Quando terminei meu segundo livro, “Nunca Mais”, e decidi que este eu queria editar, não fazia ideia de como era difícil publicar no Brasil.  Mandava o livro para as editoras e elas demoravam meses para retornarem com uma breve cartinha, dizendo que o livro era muito bom, mas que eles não investiam em novos autores e, iam mais além, diziam que só estavam investindo em autores estrangeiros, em best-sellers. Ou seja, só investem em cartas marcadas. Isso quer dizer que funciona de modo semelhante ao primeiro emprego: as empresas só contratam quem tem experiência e, com isso, os novatos não têm a menor chance. As editoras só publicam os consagrados. Assim, os neófitos jamais deixarão de ser neófitos. Como fator complicante, há o triste fato de os brasileiros lerem pouco. Aliás, quase nada! Nosso índice é vergonhoso, comparado com a média de livros lidos por ano por habitante no mundo. Ainda tem a velha questão “santo de casa, no Brasil, não faz milagres”. A probabilidade de um livro estrangeiro fazer sucesso comercialmente é muito maior do que um romance brasileiro, mesmo que seja muito melhor do que o seu concorrente gringo. Uma vez, em um evento social, em conversa descontraída com um conhecido editor, ele me disse que no Brasil , mesmo desconhecido, autor estrangeiro vende. O nacional não. Prova disso é que alguns autores brasileiros usam pseudônimos americanoides. Bom, com esse cenário, talvez se eu, também, fosse editora  me recusaria a investir em autores novos. E, por isso, novos só têm vez se financiarem suas próprias edições ou se tiverem a sorte de encontrar uma editora-parceira. Que foi o meu caso.


Quando recebi o parecer da editora sobre o meu “Nunca Mais”, acompanhado da melhor proposta que havia recebido até então, mal pude acreditar. O milagre aconteceu. Alguém estava abrindo as portas para mim! Ninguém pode imaginar minha alegria. Alegria acompanhada de ansiedade, tensão e muito medo desse passo enorme, rumo a um mundo desconhecido, mas imensamente sonhado por mim. Toda essa euforia durou pouco. A alegria diminuiu muito quando fiz contato com a realidade: a complexidade de se colocar um livro no mercado; o preço alto que se paga para ter seu livro exposto nas livrarias. Enfim, não dispunha de recursos financeiros para bancar o sonho por inteiro e fiquei feliz só com o fato de ter conseguido editá-lo. A família, amigos e a imprensa local me apoiaram. Fiz um belíssimo lançamento na Academia Mineira de Letras.


Até aí foi só emoção! Mas e agora? O que fazer com os exemplares que sobraram do lançamento? Como vendê-los? Aí está o lado que nunca imaginei que um escritor teria que vivenciar. Nas minhas ilusões o escritor era alguém que vivia no mundo das ideias e que não precisava se preocupar com coisas práticas como essas: vender seu livro. Será que terei que ir para os sinais de trânsito, como o Lacarmelio com uma faixa, vendendo suas revistas Celton?  Por enquanto, “Nunca Mais”, editado pela K2 Editora, de São Paulo, terá que ser adquirido diretamente comigo ou em algumas livrarias que consegui colocar em consignação.


Agora, os sonhos são outros: que o “Nunca Mais” se torne, através da propaganda boca a boca, um Best-seller e que o escritor deixe de pagar para fazer cultura neste país. Quem sabe!?

Texto de Carmelita Chaves Ramos
Uma Nova e Talentosa Autora que almeja dias melhores!


Se for presentear alguém neste Natal - dê o "Nunca Mais"
Se você quiser presentear 2 pessoas será melhor ainda, porque na compra de dois livros você leva três.

Você vai poder presentear 3 pessoas neste Natal.
O Valor do livro é R$35,00.

AJUDE UMA NOVA AUTORA E O BRASIL A DEXAR DE SER UM PAÍS ANALFABETO LITERÁRIO.
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Tudo fica Melhor quando é Divertido

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Navegando no blog Iniciativa Sustentável da Larissa Veloso encontrei este vídeo muito legal onde mostra quando a diversão começou a fazer parte tudo ficou melhor.





Para ler o post da Larissa Veloso clique Aqui
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